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Atualizado: há 4 dias

Por Etiene Bahé


A advogada, professora de Direito Cibernético desde 1997 e DPO na Sucesu PE, Carmina Hissa, participou ontem (20/02) do evento realizado pelo Fórum Empresarial LGPD, que é composto por mais de 80 entidades do setor produtivo do país, do qual faz parte como membro.


O evento, realizado na Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), teve a participação de Arthur Sabbat, diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), Cristina Shimoda, coordenadora do SIBRATEC no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e do senador Eduardo Gomes.


Após a entrega da “Agenda Prioritária 2024’, lançada no Fórum, a comitiva seguiu para o Senado e receberam o documento das mãos do senador, o astronauta Marcos Pontes, autor do substituto do projeto original.




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Por Cláudio Alcoforado

Foto: Alegoria gigante do Galo da Madrugada

 

Fazendo as minhas caminhadas matinais e diárias pelas ruas do centro do Recife, aproveito muito estes momentos para pensar sobre as ações que terei durante o dia em minha carreira profissional. Desta vez, na semana que antecede o Carnaval, observando o erguimento da alegoria gigante do bloco carnavalesco Galo da Madrugada, fiquei a pensar sobre essa característica do galo.

 

O Bloco Galo da Madrugada foi criado em 1978 com o objetivo de abrir o carnaval do Recife nas primeiras horas do sábado, mas hoje, para provocar a maior aglomeração possível de carnavalescos na cidade, o desfile se estende por toda manhã e até à tarde.

 

Então, me estimulei a saber melhor a motivação para os cantos matinais do galo e de que forma a sua estratégia pode ser utilizada por quem gosta de começar o dia cedo e agir sobre o seu campo de atuação.

 

Aprendemos algo com  a estratégia do Galo?

 

Minha pesquisa no Google me levou para esta publicação em site da Universidade Federal de Lavras - MG:

 

“No mundo animal, muitas dúvidas martelam na nossa cabeça. E uma delas é: por que os galos sempre cantam antes do amanhecer? Quem já teve a oportunidade de presenciar pessoalmente, sabe que ele funciona como um relógio. Se para alguns a cantoria ajuda na hora de se levantar, para outros, o som é um verdadeiro tormento.

 

Mas existe uma explicação científica para isso? Na tentativa de chegar a uma conclusão sobre o fenômeno, cientistas do mundo inteiro já realizaram testes para tentar enganar esses pássaros, colocando-os em ambientes escuros e claros, com som alto e sem barulho, entre outros.

 

O professor do Departamento de Zootecnia (DZO) da Universidade Federal de Lavras (UFLA) Édison José Fassani esclarece que pesquisas concluíram que os galos cantam religiosamente ao amanhecer porque seu relógio biológico controla todo o ritmo diário da ave.  “A primeira atividade diária dos galos é a de cantar. Eles cantam não para nos acordar, mas para demarcar território e indicar que quem manda naquele espaço é ele”, salienta.”



Foto: Região da desembocadura do Rio Capibaribe no centro do Recife.

 


Então é isso, os Galos tentam fazer o que muitos estrategistas também praticam, determinar a sua fatia do mercado. Mas, para isso, acordam cedinho. Em entrevista para o site Na Prática,  Vitor Torres, CEO do Contabilizei declarou:

 

“Eu acordo todos os dias entre 4:30 e 4:50 da manhã, inclusive nos finais de semana. Sei que pode soar “maluco” para você mas, para mim, tem sido um dos melhores hábitos que passei a cultivar nos últimos anos.”

 

“Por que acordar cedo? Quando todo mundo está dormindo, sou mais produtivo”

 

“As primeiras horas da manhã são sempre as mais produtivas para mim. Descansado e sem distrações, consigo dar foco em atividades que são importantes e não há ninguém aguardando um retorno de e-mail neste horário.”

 

E você, gosta de acordar cedo e cuidar da sua área de atuação?

 

Cláudio Alcoforado é Gestor Comercial na Blue Technology e presidente da SUCESU-PE (Sociedade dos Usuários de Tecnologia de Pernambuco). 

 

Fontes de consulta: 

Os benefícios de acordar cedo: por que esse CEO levanta às 4h30 todos os dias?, em 

  

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Por Rodrigo A. Vicente


Em meio ao burburinho tecnológico que envolve nossa sociedade, assistimos a um embate silencioso e incessante entre a conveniência oferecida por aplicativos, inteligência artificial, sites e uma variedade de outras ferramentas digitais e a agência humana, nossa capacidade única de agir e executar tarefas com protagonismo. Atualmente, a conveniência frequentemente supera a agência, alterado a dinâmica das relações humanas e redefinindo nosso papel na sociedade.


A proliferação de aplicativos e assistentes virtuais destinados a facilitar tarefas e simplificar rotinas marcou um ponto de virada em nossa interação com o mundo que nos cerca. A praticidade dessas tecnologias é inegável. Com um simples toque na tela, podemos pedir refeições, gerenciar finanças e até mesmo resolver problemas complicados.

No entanto, à medida que nos tornamos cada vez mais dependentes dessas facilidades, surge a questão: estamos permitindo que a conveniência suplante nossa capacidade de agir e tomar decisões?


A passividade frequentemente resulta da conveniência. Nos acostumamos a soluções automáticas e rápidas e corremos o risco de nos tornar coadjuvantes em nossas próprias vidas. Atualmente, a agência humana é ameaçada de se dissolver em meio a algoritmos e respostas pré-programadas, embora seu passado tenha sido caracterizado por iniciativa, criatividade e solução de problemas. A pergunta mais importante que surge é: seremos apenas espectadores em um mundo onde as regras são impostas pela conveniência digital?


As escolhas diárias que fazemos refletem o dilema entre conveniência e agência. Muitas vezes escolhemos soluções simples e rápidas sem nos darmos conta de que cada clique em um aplicativo representa um pequeno passo em direção a uma sociedade em que a máquina é o protagonista. Embora a praticidade nos atraia com suas promessas de eficiência e economia de tempo, estaremos dispostos a renunciar à profundidade e importância que a agência humana oferece?


Enquanto celebramos os benefícios da conveniência digital, é necessário cultivar e valorizar nossa agência. A inovação real não consiste em substituir as pessoas, mas sim em ajudá-las a atingir novos patamares. O desafio é estabelecer um equilíbrio onde a agência e a conveniência coexistam de forma harmoniosa, mantendo nossa capacidade de pensar, criar e agir de forma significativa.


Embora a conveniência possa ser útil na sociedade contemporânea, não podemos permitir que a agência humana seja relegada a um papel secundário. A transformação real ocorre quando entendemos que nossa capacidade de agir e decidir é única e usamos a conveniência como uma ferramenta, não como um substituto. Nesse conflito entre duas ideias aparentemente opostas, está a chance de moldarmos um futuro em que a tecnologia será um aliado em vez de um professor.


O que você pensa sobre isso?





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