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  • sucesupe
  • 18 de mar. de 2025
  • 2 min de leitura

Agente de ameaças que assumiu autoria dos incidentes contra a USP e o STJ disse ter derrubado o site do maior aeroporto do país. Em nota, a GRU Airport informou que a página ficou instável apenas por algumas horas


Por Cláudio Alcoforado


NOTA À IMPRENSA


A GRU Airport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, informa que, na tarde do último sábado (15), um ataque cibernético ao site oficial da companhia deixou a página instável e fora do ar por algumas horas. Não houve, porém, qualquer impacto às operações.

A companhia destaca que adotou todos os protocolos de segurança e que o site já foi restabelecido.

Gerência de Comunicação e Governança GRU Airport


Nos eventos realizados pela SUCESU PE, temos sempre incluído nos debates o tema da alta disponibilidade, tão necessária hoje para todos os negócios, pois todas grandes e médias empresas, em um ambiente de transformação digital, têm os seus processos executados em data centers ou em sistemas na nuvem.


Muito raro encontrarmos um negócio que não dependa de telecomunicações e, consequentemente, tenham que assumir riscos de intrusão nos seus sistemas.

As vítimas dos ataques cibernéticos podem ser empresas como a GRU Airport, universidades como a USP, tribunais como o STJ, ou quaisquer tipos de negócios, como hospitais, lojas de departamento ou bancos. Executivos de tecnologia de empresas públicas e privadas tem que manter orçamentos em seus departamentos de tecnologia voltados para investimentos em segurança da informação e alta disponibilidade, evitando assim os riscos de paralisação de seus negócios e, consequentemente, o acúmulo de interrupção das operações, de prejuízos, de manchas na imagem de sua marca e até da falência de suas operações.


Nós da SUCESU PE, continuaremos a discutir em nossos encontros, como as empresas devem se proteger para não estarem sujeitas a esses tipos de adversidades.


Cláudio Alcoforado é Gestor Comercial na Blue Technology e presidente da SUCESUPE (Sociedade dos Usuários de Tecnologia de Pernambuco).

@claudioalcoforado @bluetechnology_ #sucesupe


Fonte: Security Report, acessado em https://securityleaders.com.br/ciberataque-tira-doar-site-de-gestora-do-aeroporto-de-guarulhos/?utm_campaign=sr_daily_-- 170325&utmmedium=email&utm_source=RD+Station no dia 16/03/2025



 
 
 
  • Foto do escritor: Sucesu PE
    Sucesu PE
  • 23 de jan. de 2025
  • 1 min de leitura

Contribua com o RH das empresas contratantes, enviando sua opinião.


Por Cláudio Alcoforado


Em artigo recente publicado pela Forbes, baseado em pesquisa da FIA Business School e da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo, que entrevistou mais de 1.300 pessoas que atuam em diversos setores em novembro de 2024, cerca de 94% dos respondentes afirmaram que o trabalho remoto melhorou suas vidas.


Por outro lado, temos acompanhado frequentes declarações de empresas sobre exigência de trabalho presencial até mesmo nos cinco dias úteis da semana. Desde pequenas empresas até gigantes como AWS, AT&T, Tesla, JPMorgan têm exigido o trabalho presencial.


No mercado local de tecnologia temos observado várias empresas exigindo ou valorizando o trabalho presencial, sobretudo pelos ganhos de produtividade na maior interação dos colaboradores, o que contribui e muito para os melhores resultados dos profissionais juniores. Porém, para os cargos onde encontramos uma maior oferta de vagas com menor disponibilidade de profissionais, as empresas têm sido forçadas a ceder às exigências daqueles que priorizam o trabalho remoto.


Quais são as suas opiniões sobre o que as empresas deveriam fazer para atingir os melhores cenários entre bons resultados e satisfação dos colaboradores? 


Envie seus comentários para o e-mail presidencia@sucesupe.org.br.


Os comentários recebidos servirão de base para um novo artigo que escreverei sem divulgação de quem os enviou. 


Cláudio Alcoforado é presidente da SUCESU-PE (Sociedade dos Usuários de Tecnologia de Pernambuco) e Gestor Comercial na Blue Technology.


@claudioalcoforado #sucesupe @bluetechnology_



 
 
 

Por Cláudio Alcoforado


Um novo ano começa e muitos desafios estão à frente dos responsáveis pelas entregas da área de tecnologia nas organizações. Consolidamos aqui em 7 grupos, os principais pontos que gestores de TI deverão estar atentos:


1. Cibersegurança e Proteção de Dados


• Aumento das ameaças cibernéticas: Com o aumento da digitalização e da utilização de tecnologias como a inteligência artificial, os ataques cibernéticos se tornam mais sofisticados. A proteção contra ransomware, phishing e vazamento de dados será uma prioridade para evitar que sua organização não tenha a alta disponibilidade de seus serviços e de sua produtividade.

• Conformidade com a LGPD: O cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados continua sendo um grande desafio para as empresas, especialmente em termos de implementação de boas práticas de proteção de dados pessoais e garantindo a conformidade legal.


2. Transformação Digital e Inovação


• Aceleração da digitalização: Empresas precisam continuar a adaptar-se à evolução digital, com foco em melhorar a experiência do cliente, a automação de processos e a integração de novas tecnologias, como inteligência artificial, IoT (Internet das Coisas) e blockchain. Foco em competitividade com agilidade nas entregas, redução de custos e satisfação do cliente.

• Nuvem e Infraestrutura Híbrida: Muitas empresas estão adotando soluções em nuvem e híbridas para melhorar a flexibilidade e reduzir custos. A gestão da infraestrutura de TI, considerando os riscos e a escalabilidade, será uma preocupação importante.


3. Falta de Profissionais Qualificados em TI


• Escassez de talentos: O Brasil enfrenta uma escassez de profissionais qualificados em TI, especialmente em áreas como desenvolvimento de software, segurança cibernética e análise de dados. O investimento em capacitação e programas de formação será uma prioridade para muitas empresas.

• Concorrência por talento: Empresas precisam desenvolver estratégias eficazes de atração e retenção de talentos, além de focar em ações que promovam um ambiente de trabalho atrativo, como a oferta de trabalho remoto.


4. Governança de TI


• Gestão de recursos e orçamento: O controle eficiente de custos e a alocação de recursos serão essenciais, especialmente considerando a necessidade de justificar o investimento em tecnologia diante da alta competitividade.

• Compliance e auditoria: Com o crescimento da digitalização, as empresas precisarão garantir que suas práticas de governança de TI e auditoria estejam alinhadas às normas e regulamentações locais, como a LGPD e outras obrigações fiscais e trabalhistas.


5. Sustentabilidade e Responsabilidade Social


• Tecnologia verde e eficiência energética: A sustentabilidade será um ponto de preocupação crescente, com a implementação de soluções de TI mais ecológicas, como data centers mais eficientes, e o uso de tecnologias para otimizar o consumo de energia e reduzir a pegada de carbono.

• Responsabilidade social e ética em IA: As implicações sociais e éticas da inteligência artificial, especialmente em relação ao viés algorítmico, também estarão no radar dos gestores de TI.


6. Integração de Sistemas e Interoperabilidade


• Sistemas legados: Muitos negócios no Brasil ainda dependem de sistemas legados, que são desafiadores para integrar com novas soluções tecnológicas. A integração de tecnologias antigas com inovações, como nuvem e IA, será um desafio a ser enfrentado.

• Interoperabilidade de plataformas: Empresas precisam garantir que diferentes sistemas e plataformas dentro da organização se comuniquem e integrem de maneira eficiente.


7. Economia Digital e Modelos de Negócios Ágeis


• Mudança para modelos ágeis: Organizações no Brasil continuarão a adotar metodologias ágeis e a buscar modelos de negócios digitais mais flexíveis, capazes de se adaptar rapidamente a mudanças no mercado.

• Economia de plataformas: O Brasil está vendo o crescimento de novos modelos de negócios baseados em plataformas digitais (como marketplaces e aplicativos de mobilidade), o que exigirá uma mudança no foco da gestão de TI.

Essas são algumas das principais preocupações que gestores de TI no Brasil devem enfrentar em 2025. A abordagem eficaz a esses desafios será crucial para o sucesso a longo prazo das empresas no cenário digital atual.


Cláudio Alcoforado é presidente da SUCESU-PE (Sociedade dos Usuários de Tecnologia de Pernambuco) e Gestor Comercial na Blue Technology.


@claudioalcoforado

​@bluetechnology_

 ​#sucesupe


 
 
 
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