top of page
banner_blog_da_sucesu_pe.png
  • Foto do escritor: Sucesu PE
    Sucesu PE
  • 27 de set. de 2023
  • 2 min de leitura

Atualizado: 6 de nov. de 2023


Por Etiene Bahé


O diretor dos supermercados Arco-Mix e Arco-Vita e presidente do Sindvarejista-PE, Edivaldo Guilherme dos Santos contou detalhes da evolução tecnológica do supermercado Arco-Mix durante o Trend Talk promovido pela Sociedade dos Usuários de Tecnologia de Pernambuco, nessa terça-feira (26).


O evento, realizado na Livraria Jaqueira do Paço Alfândega, reuniu associados da SUCESU PE e alguns convidados representantes de vários segmentos, além de funcionários de tecnologia e marketing dos supermercados envolvidos. Em sua apresentação sobre “Varejo alimentício 4.0: a jornada tecnológica do supermercado Arco-Mix”, Edivaldo contou o segredo do sucesso da rede que dirige, enfatizando a importância de se enxergar as oportunidades, saber a hora de mudar, ser ousado e apostar na tecnologia.


“Devemos sempre estar atentos à evolução das coisas. O Varejo 4.0 nada mais é que um composto de ferramentas que usamos para aprimorar nossos serviços, compreender a necessidade dos nossos clientes. Começamos com uma balança e uma máquina de datilografia e hoje temos presença online - vendas via aplicativo no smartphone, mas continuamos investindo em tecnologia”, justificou.


História - A história da rede de supermercados Arco-Mix e Arco-Vita começou com os pais de Edivaldo, na cidade do Cabo de Santo Agostinho. “Meu pai trabalhava na Usina Santo Inácio e quando se casou com minha mãe tudo mudou. Ela era filha de comerciantes, ajudava os pais da feira de Pombos. Logo, não conseguiu ser dona de casa e resolveu botar uma vendinha na vila da usina. O negócio foi crescendo e meu pai resolveu pedir demissão. Daí, compraram um box de seis metros no mercado público do Cabo, onde tudo começou”, relembrou.


Segundo o empresário, ele e os irmãos começaram a trabalhar desde cedo, por volta dos sete anos de idade. Mesmo sem consultoria, apostaram na inovação. Sempre estiveram de olhos no que a concorrência estava fazendo para melhorar os serviços e atrair mais clientes. “Somos uma empresa familiar. Eu e meus irmãos começamos a trabalhar desde criança, ajudando nossos pais. E hoje, depois de muito trabalho, chegamos aonde estamos. São mais de dois mil colaboradores, 19 lojas, sendo 16 de varejo e três de atacarejo. Sempre seguindo os valores que foram repassados por nossos pais, entre eles, não esquecer jamais do lado social”.




 
 
 
  • Foto do escritor: Sucesu PE
    Sucesu PE
  • 8 de set. de 2023
  • 3 min de leitura

Por: Cláudio Alcoforado.


24 horas é o tempo necessário em um dia para atender as minhas prioridades, se eu souber identificá-las. Se 24 horas não são necessárias para resolver as minhas prioridades em um dia, estou precisando dividir tarefas. A priorização é uma das disciplinas da gestão do tempo e voltaremos a tratar sobre ela mais na frente. E o respeito ao tempo do outro? Também precisamos conversar sobre isso. A gestão do tempo é tema recorrente nas conversas com o professor Eduardo Aguiar. Transcrevo algumas de suas observações:


A gestão do tempo é um processo no qual se adquire controle sobre as horas disponíveis para a realização das atividades, equilibrando a importância das ações desempenhadas e levando ao cumprimento do que foi planejado.


O tempo é um recurso não renovável, irreversível, não flexível e perecível, portanto não estocável (SANTOS e SANTOS, 2014).


O processo inicial requer análise da situação e planejamento, porém visa diminuir o stress provocado pelas pressões da sociedade moderna.

No ambiente de trabalho, a gestão do tempo é um forte aliado na obtenção dos objetivos e metas planejados.


Algumas palavras são sempre citadas no ambiente da gestão do tempo: prazos, pressões, quantidade e qualidade. Na sociedade moderna os prazos são cada vez mais curtos, exigindo não só uma quantidade de atividades desempenhadas em menor tempo, como com uma qualidade adequada, gerando uma pressão que leva ao stress. Cobranças são comuns para que os trabalhos sejam desenvolvidos sem a necessidade de horas extras, tornando os objetivos cada vez mais difíceis de alcançar (Fonseca, 2014).


Dependendo da personalidade, a pressão por prazos leva a pessoa a ficar ansiosa, agitada, impaciente, agressiva, competitiva, tensa ou hostil. Em contrapartida, outras podem trabalhar normalmente, continuando tolerantes, relaxadas e tranquilas.


O stress provocado pelo pouco tempo para o exercício das funções é prejudicial à saúde, com diversas reações provocadas ao organismo. Cabe à gestão do tempo diminuir a pressão sobre as pessoas.


Alguns fatos colaboram para o desperdício de tempo, dentre os quais os problemas inesperados, a tecnologia disponível (celulares, mídias sociais, etc.) e a diminuição das equipes de trabalho provocada pela forte concorrência que diminui as margens de lucro das empresas. Visando administrar melhor o tempo, algumas práticas são aconselhadas, segregadas em ações de planejamento, comportamentais e de infraestrutura:


PLANEJAMENTO :


a) Identificar os fatos que geram desperdícios de tempo;

b) Possuir e cumprir a agenda;

c) Descentralizar ações;

d) Evitar excessos de reuniões;

e) Fazer reuniões com pauta e objetividade;

f) Definir claramente as responsabilidades e autoridade;


COMPORTAMENTAIS


a) Possuir filtros de atendimentos pessoais e telefônicos;

b) Evitar interromper os demais durante o expediente;

c) Definir as ações de forma clara e objetiva;

d) Respeitar horários;

e) Fixar prioridades;

f) Saber dizer NÃO;

g) Eliminar a procrastinação;

h) Evitar o perfeccionismo;


INFRAESTRUTURA


a) Escolher bem o local da empresa;

b) Projetar adequadamente o ambiente de trabalho;

c) Manter organizado o ambiente de trabalho.


Uma tendência do mundo atual é a utilização do tempo como diferencial competitivo, sendo algo a ser praticado por todos nas organizações, desde os executivos até os que ocupam os escalões mais baixos. O tempo é um recurso escasso e que ao bem aproveitá-lo, refletirá nos custos da empresa. Pensar na Qualidade de Vida ao gerenciar o tempo também é uma tendência. O executivo que faz bom uso da tecnologia, otimizando o tempo, pode aumentar a receita e diminuir as despesas da organização (JUNQUEIRA, 2014). O autor criou uma matriz que relaciona as atividades urgentes e importantes, classificando-as em quatro dimensões:


IMPORTANTES E URGENTES:


a) Crises

b) Grandes projetos

c) Atividades com pressões externas

d) Conflitos com grandes clientes

e) Conflitos com familiares e amigos

f) Cobrança de resultados decisivos


IMPORTANTES E MENOS URGENTES:


a) Prevenção de problemas

b) Planejamento

c) Prospecção de oportunidades

d) Fortalecimento de relacionamentos e amizades

e) Buscas de novas formas de atuação

f) Reflexões e avaliações de processos

MENOS IMPORTANTES E URGENTES:


a) Interromper o trabalho para atender solicitações

b) Atividades de curto prazo

c) Resposta imediata a terceiros


MENOS IMPORTANTES E MENOS URGENTES


a) Reuniões e discussões de pouca importância

b) Hiperatividade social no trabalho

c) Fofocas

d) Visitas sociais por obrigação



Eduardo Aguiar é especialista em gestão, consultor e professor da FAFIRE - Recife - PE.


Cláudio Alcoforado é Gerente de Projetos na Blue Technology e presidente da SUCESU-PE (Sociedade dos Usuários de Tecnologia de Pernambuco).


Fonte de consulta:

@eaguiar1960

@claudioalcoforado

@bluetechnology_




 
 
 

Por: Etiene Bahé


“Inovar não é mais um desejo apenas e sim uma necessidade para toda organização”. Recado dado pelo o Chief Executive Officer no Centro de Inovação CESAR, Eduardo Peixoto, durante o Trend Talk SUCESU PE. Um evento promovido pela Sociedade dos Usuários de Tecnologia de Pernambuco, exclusivo para seus associados, realizado em parceria com o CESAR e a CESAR School, nesta terça-feira (29).


O CEO do CESAR falou das dificuldades das empresas para inovar principalmente pela velocidade que as mudanças fruto do avanço tecnológico acontecem. “As empresas são cobradas por resultados de curto prazo. Mas a inovação só traz resultados no médio-longo prazo. Então, para inovar é necessário construir-se uma estratégia e engajar pessoas dentro e fora da organização para a mudança", explica Eduardo.


Participaram do Trend Talk, o diretor da CESAR School, Victor Hugo, que apresentou a entidade; o presidente e o ex-presidente da SUCESU PE, Cláudio Alcoforado e Romero Guimarães, respectivamente; o presidente da Agência Estadual de Tecnologia da Informação (ATI PE), Allan Araújo; a diretora de Estratégias Digitais do Sistema Jornal do Commercio, Maria Luiza Borges, dentre outros.




 
 
 
WhatsApp_icon.png.webp
bottom of page