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  • Foto do escritor: Sucesu PE
    Sucesu PE
  • 18 de mar. de 2024
  • 2 min de leitura

Por Cláudio Alcoforado



Todas as crianças britânicas entrevistadas para um estudo da Ofcom (regulador dos serviços de comunicações no Reino Unido) assistiram a material violento na internet, desde vídeos de escolas locais e brigas de rua compartilhados em bate-papos em grupo, até violência explícita, incluindo conteúdo relacionado a gangues. Foi relatado que o conteúdo online violento é agora "inevitável" para as crianças no Reino Unido, com muitas delas expostas pela primeira vez quando ainda estão na escola primária.


Quase todas as principais empresas de tecnologia foram mencionadas pelas crianças e jovens entrevistados, mas os aplicativos Snapchat e Meta, Instagram e WhatsApp, apareceram com mais frequência. Quase todas as crianças desta pesquisa que interagiram com essas contas relataram que foram encontradas no Instagram ou no Snapchat.


O surgimento de poderosas timelines algorítmicas, como as do TikTok e do Instagram, acrescentou uma reviravolta extra: havia uma crença compartilhada entre as crianças de que, se elas passassem algum tempo com conteúdo violento (por exemplo, ao denunciá-lo), seriam mais propensas a serem recomendadas.


Os profissionais do estudo expressaram preocupação com o fato de que conteúdos violentos estariam afetando a saúde mental das crianças. Num relatório separado divulgado na quinta-feira, o comissário para as crianças em Inglaterra revelou que mais de 250.000 crianças e jovens estavam à espera de apoio de saúde mental depois de serem encaminhados para os serviços do NHS (o SUS do Reino Unido), o que significa que uma em cada 50 crianças em Inglaterra está na lista de espera. Para as crianças que acessaram o apoio, o tempo médio de espera foi de 35 dias, mas no último ano quase 40 mil crianças tiveram uma espera de mais de dois anos.


 
 
 

Por Etiene Bahé




Há quem diga que não existe mais as pessoas na tecnologia e, sim, a tecnologia na vida das pessoas. Um grande desafio das empresas atualmente quando se trata de tecnologia é a mudança de cultura organizacional. A transformação cultural necessária tem as áreas de tecnologia e informação e recursos humanos como parceiras no processo. Este foi o assunto abordado na noite de ontem (29) no Trend Talk Sucesu PE.

A convidada a compartilhar sua experiência foi Magdala Moraes, diretora de RH & TI na Terphane. “A conexão da área de TI com RH é fundamental para acelerar o movimento de transformação digital dentro de uma empresa. Investir na soft skills (habilidades comportamentais) é importante desde o recrutamento dos profissionais, saber quais são seus objetivos e o que lhe movem, para assim saber como motivá-los e engajá-los”, explica Magdala.

O evento exclusivo para associados e convidados da Sucesu PE aconteceu na escola de Inovação @cesarschool sob o comando do presidente da Sucesu PE, Cláudio Alcoforado.

 
 
 
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    Sucesu PE
  • 21 de fev. de 2024
  • 1 min de leitura

Atualizado: 22 de fev. de 2024

Por Etiene Bahé


A advogada, professora de Direito Cibernético desde 1997 e DPO na Sucesu PE, Carmina Hissa, participou ontem (20/02) do evento realizado pelo Fórum Empresarial LGPD, que é composto por mais de 80 entidades do setor produtivo do país, do qual faz parte como membro.


O evento, realizado na Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), teve a participação de Arthur Sabbat, diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), Cristina Shimoda, coordenadora do SIBRATEC no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e do senador Eduardo Gomes.


Após a entrega da “Agenda Prioritária 2024’, lançada no Fórum, a comitiva seguiu para o Senado e receberam o documento das mãos do senador, o astronauta Marcos Pontes, autor do substituto do projeto original.




 
 
 
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